No sábado fui ver e até fazer algumas compras na feira da Senhora da Hora, tinham me dito que era como a feira de Carcavelos, acho que é mais uma mistura de Carcavelos com a Feira do Relógio, não porque a conheço, mas porque já me têm dito que tem produtos alimentares.
A feira é de facto muito grande está muito bem abastecida e não só de "trapos" também os alimentos frescos são muitos e com bom aspecto, no entanto vi num dos locais que vendiam fruta uma cesta com fruta a 0,30 Euros/Kilo, quando o preço normal é de 1 ou 2 Euros.
Isto fez-me lembrar a minha infância. Na rua onde vivia havia uma senhora a "tia Nazaré" que vendia fruta num vão de escada e conforme lhe aparecia alguma com pior aspecto (eufemismo de estragada) ia pondo noutra cesta, que vendia ao fim do dia, mais barata, claro que quem tinha pouco dinheiro era aquela que comprava.
Era uma situação de meados do Século XX, mas agora que estamos no Século XXI e integrados na Europa dos ricos e não no 3º Mundo, como é isto possível? ou será que a venda daquela fruta será para alimentar animais? Fiquei chocada, como quando vejo ou sei que há quem retire dos caixotes do lixo alimentos para comer.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
domingo, 11 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Cinema Foco
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Os cinemas multiplex chegaram em força com as grandes superfícies comerciais. Além de projetarem com melhor qualidade visual e sonora, os novos cinemas transmitiram diversos filmes e a diferentes sessões por dia. Estas potencialidades dos multiplex conduziram os cinemas clássicos do centro da cidade a uma situação inevitável: o encerramento. A partir daí, algumas salas situado no Foco, junto ao já encerrado Hotel Tivoli, o Estúdio Foco abriu portas ao público no dia oito de novembro de 1973, depois de uma apresentação à imprensa no mês de outubro. Era uma das salas de cinema classificada como "estúdio", por ter uma menor capacidade de lotação que os cinemas clássicos. Enquanto um cinema clássico como o Coliseu podia receber mais de 3 mil espectadores, o Estúdio Foco tinha uma capacidade para 428 lugares sentados. Menos espaço, mas mais conforto. Tal como nos explica João Paulo Lopes, projecionista e especialista em cinema, as cadeiras do Estúdio Foco eram do tipo "mecânico, de acordo com o peso do espetador baixavam, enquanto as vazias ficavam mais altas". O Estúdio Foco estava equipado ainda com projetores Phillips de 35 e 70 mm, equipamento que ainda lá está. Reunia as condições para que, em pouco tempo, se tornasse uma das salas mais apreciadas da cidade. Explorado pela Lusomundo, o Estúdio Foco passava filmes "mais seletos". Na década de noventa, depois de grande parte dos cinemas do Porto terem encerrado, o Estúdio Foco foi uma das salas de cinema que se conseguiu manter apesar da tendência. Encerrou, por fim, em 1993. Hoje, encontra-se de portas fechadas mas ainda mantém a plateia e equipamento, embora ambos se encontrem em muito mau estado devido à humidade."
Encontrei na net esta historia do cinema do bairro onde moro. Gosto tanto de cinema que lamento o estado de abandono da sala
Cinemas do Porto: Há salas de cinema fechadas há mais de 20 anos
Por Carlos Fernandes, Eduardo Aranha e Rosa Clemente - jpn@c2com.up.pt
Publicado: 19.05.2013 | 21:01 (GMT)
Publicado: 19.05.2013 | 21:01 (GMT)
Na início da década de 90, as salas de cinema multiplex conduziram ao encerramento das salas clássicas no centro da cidade. Entre as que fecharam, algumas mantiveram-se "intocadas".
Os cinemas multiplex chegaram em força com as grandes superfícies comerciais. Além de projetarem com melhor qualidade visual e sonora, os novos cinemas transmitiram diversos filmes e a diferentes sessões por dia. Estas potencialidades dos multiplex conduziram os cinemas clássicos do centro da cidade a uma situação inevitável: o encerramento. A partir daí, algumas salas situado no Foco, junto ao já encerrado Hotel Tivoli, o Estúdio Foco abriu portas ao público no dia oito de novembro de 1973, depois de uma apresentação à imprensa no mês de outubro. Era uma das salas de cinema classificada como "estúdio", por ter uma menor capacidade de lotação que os cinemas clássicos. Enquanto um cinema clássico como o Coliseu podia receber mais de 3 mil espectadores, o Estúdio Foco tinha uma capacidade para 428 lugares sentados. Menos espaço, mas mais conforto. Tal como nos explica João Paulo Lopes, projecionista e especialista em cinema, as cadeiras do Estúdio Foco eram do tipo "mecânico, de acordo com o peso do espetador baixavam, enquanto as vazias ficavam mais altas". O Estúdio Foco estava equipado ainda com projetores Phillips de 35 e 70 mm, equipamento que ainda lá está. Reunia as condições para que, em pouco tempo, se tornasse uma das salas mais apreciadas da cidade. Explorado pela Lusomundo, o Estúdio Foco passava filmes "mais seletos". Na década de noventa, depois de grande parte dos cinemas do Porto terem encerrado, o Estúdio Foco foi uma das salas de cinema que se conseguiu manter apesar da tendência. Encerrou, por fim, em 1993. Hoje, encontra-se de portas fechadas mas ainda mantém a plateia e equipamento, embora ambos se encontrem em muito mau estado devido à humidade."
Encontrei na net esta historia do cinema do bairro onde moro. Gosto tanto de cinema que lamento o estado de abandono da sala
terça-feira, 16 de julho de 2013
Em ferro
segunda-feira, 24 de junho de 2013
S. João no Porto
Este ano assistimos ao S. João no Porto. Fomos da Lapa às Fontainhas numa visita guiada por Germano Silva, jornalista e historiador que tem grande amor à sua cidade. A visita é patrocionada pelo Jornal de Noticias, a FNAC e o Grupo Folclórico, e faz-se mais ou menos todos os meses. Desta vez os participantes eram em grande numero, vimos os sítios onde tradicionalmente se comemora o S. João, o que inclui alguns bairros antigos, rua do Pinheiro, rua dos Caldeireiros, e as ilhas da rua de S. Victor, o bairro Herculano e as Fontainhas. A tradição das cascatas já não é o que era mas ainda vimos uma na ilha do Sr. Doutor e a das Fontainhas que para nossa surpresa tinha sido assaltada na noite anterior, tinha sido roubada a caixa das esmolas... e a imagem de Jesus que o S. João estava a baptizar.
à noite fomos ver os aaraiais da Cordoaria, da av. dos Aliados, largo de S. Domingos e a Ribeira.
O fogo de artifício foi bonito (15 minutos) lançado do meio do rio, nas duas margens havia milhares de pessoas.
Para terminar os festejos, da nossa parte obviamente, fomos a um concerto nos jardins do Palácio de Cristal, pela Banda Sinfónica Portuguesa.





segunda-feira, 10 de junho de 2013
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