Agora é uma ruina, mas já teve tempos áureos... eram muito conhecidos em Portugal e provavelmente não só, os texteis da Senhora da Hora, é assim que está a grandiosa fábrica onde eram confecionados.
Curiosa é também a decoração do portão com estes carrinhos de linha.
Há por aqui movimentos de terra, será mais um condomínio fechado? agora que as confeções vêm do oriente, e os portugueses estão a ir embora para quê tanta habitação?
domingo, 17 de novembro de 2013
domingo, 22 de setembro de 2013
Museu do Vinho
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Feira
No sábado fui ver e até fazer algumas compras na feira da Senhora da Hora, tinham me dito que era como a feira de Carcavelos, acho que é mais uma mistura de Carcavelos com a Feira do Relógio, não porque a conheço, mas porque já me têm dito que tem produtos alimentares.
A feira é de facto muito grande está muito bem abastecida e não só de "trapos" também os alimentos frescos são muitos e com bom aspecto, no entanto vi num dos locais que vendiam fruta uma cesta com fruta a 0,30 Euros/Kilo, quando o preço normal é de 1 ou 2 Euros.
Isto fez-me lembrar a minha infância. Na rua onde vivia havia uma senhora a "tia Nazaré" que vendia fruta num vão de escada e conforme lhe aparecia alguma com pior aspecto (eufemismo de estragada) ia pondo noutra cesta, que vendia ao fim do dia, mais barata, claro que quem tinha pouco dinheiro era aquela que comprava.
Era uma situação de meados do Século XX, mas agora que estamos no Século XXI e integrados na Europa dos ricos e não no 3º Mundo, como é isto possível? ou será que a venda daquela fruta será para alimentar animais? Fiquei chocada, como quando vejo ou sei que há quem retire dos caixotes do lixo alimentos para comer.
A feira é de facto muito grande está muito bem abastecida e não só de "trapos" também os alimentos frescos são muitos e com bom aspecto, no entanto vi num dos locais que vendiam fruta uma cesta com fruta a 0,30 Euros/Kilo, quando o preço normal é de 1 ou 2 Euros.
Isto fez-me lembrar a minha infância. Na rua onde vivia havia uma senhora a "tia Nazaré" que vendia fruta num vão de escada e conforme lhe aparecia alguma com pior aspecto (eufemismo de estragada) ia pondo noutra cesta, que vendia ao fim do dia, mais barata, claro que quem tinha pouco dinheiro era aquela que comprava.
Era uma situação de meados do Século XX, mas agora que estamos no Século XXI e integrados na Europa dos ricos e não no 3º Mundo, como é isto possível? ou será que a venda daquela fruta será para alimentar animais? Fiquei chocada, como quando vejo ou sei que há quem retire dos caixotes do lixo alimentos para comer.
domingo, 11 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Cinema Foco
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Os cinemas multiplex chegaram em força com as grandes superfícies comerciais. Além de projetarem com melhor qualidade visual e sonora, os novos cinemas transmitiram diversos filmes e a diferentes sessões por dia. Estas potencialidades dos multiplex conduziram os cinemas clássicos do centro da cidade a uma situação inevitável: o encerramento. A partir daí, algumas salas situado no Foco, junto ao já encerrado Hotel Tivoli, o Estúdio Foco abriu portas ao público no dia oito de novembro de 1973, depois de uma apresentação à imprensa no mês de outubro. Era uma das salas de cinema classificada como "estúdio", por ter uma menor capacidade de lotação que os cinemas clássicos. Enquanto um cinema clássico como o Coliseu podia receber mais de 3 mil espectadores, o Estúdio Foco tinha uma capacidade para 428 lugares sentados. Menos espaço, mas mais conforto. Tal como nos explica João Paulo Lopes, projecionista e especialista em cinema, as cadeiras do Estúdio Foco eram do tipo "mecânico, de acordo com o peso do espetador baixavam, enquanto as vazias ficavam mais altas". O Estúdio Foco estava equipado ainda com projetores Phillips de 35 e 70 mm, equipamento que ainda lá está. Reunia as condições para que, em pouco tempo, se tornasse uma das salas mais apreciadas da cidade. Explorado pela Lusomundo, o Estúdio Foco passava filmes "mais seletos". Na década de noventa, depois de grande parte dos cinemas do Porto terem encerrado, o Estúdio Foco foi uma das salas de cinema que se conseguiu manter apesar da tendência. Encerrou, por fim, em 1993. Hoje, encontra-se de portas fechadas mas ainda mantém a plateia e equipamento, embora ambos se encontrem em muito mau estado devido à humidade."
Encontrei na net esta historia do cinema do bairro onde moro. Gosto tanto de cinema que lamento o estado de abandono da sala
Cinemas do Porto: Há salas de cinema fechadas há mais de 20 anos
Por Carlos Fernandes, Eduardo Aranha e Rosa Clemente - jpn@c2com.up.pt
Publicado: 19.05.2013 | 21:01 (GMT)
Publicado: 19.05.2013 | 21:01 (GMT)
Na início da década de 90, as salas de cinema multiplex conduziram ao encerramento das salas clássicas no centro da cidade. Entre as que fecharam, algumas mantiveram-se "intocadas".
Os cinemas multiplex chegaram em força com as grandes superfícies comerciais. Além de projetarem com melhor qualidade visual e sonora, os novos cinemas transmitiram diversos filmes e a diferentes sessões por dia. Estas potencialidades dos multiplex conduziram os cinemas clássicos do centro da cidade a uma situação inevitável: o encerramento. A partir daí, algumas salas situado no Foco, junto ao já encerrado Hotel Tivoli, o Estúdio Foco abriu portas ao público no dia oito de novembro de 1973, depois de uma apresentação à imprensa no mês de outubro. Era uma das salas de cinema classificada como "estúdio", por ter uma menor capacidade de lotação que os cinemas clássicos. Enquanto um cinema clássico como o Coliseu podia receber mais de 3 mil espectadores, o Estúdio Foco tinha uma capacidade para 428 lugares sentados. Menos espaço, mas mais conforto. Tal como nos explica João Paulo Lopes, projecionista e especialista em cinema, as cadeiras do Estúdio Foco eram do tipo "mecânico, de acordo com o peso do espetador baixavam, enquanto as vazias ficavam mais altas". O Estúdio Foco estava equipado ainda com projetores Phillips de 35 e 70 mm, equipamento que ainda lá está. Reunia as condições para que, em pouco tempo, se tornasse uma das salas mais apreciadas da cidade. Explorado pela Lusomundo, o Estúdio Foco passava filmes "mais seletos". Na década de noventa, depois de grande parte dos cinemas do Porto terem encerrado, o Estúdio Foco foi uma das salas de cinema que se conseguiu manter apesar da tendência. Encerrou, por fim, em 1993. Hoje, encontra-se de portas fechadas mas ainda mantém a plateia e equipamento, embora ambos se encontrem em muito mau estado devido à humidade."
Encontrei na net esta historia do cinema do bairro onde moro. Gosto tanto de cinema que lamento o estado de abandono da sala
terça-feira, 16 de julho de 2013
Em ferro
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